quinta-feira, agosto 28
terça-feira, agosto 26
Me chama, que eu vou
As Máscaras

O teu beijo é tão doce, Arlequim...
O teu sonho é tão manso, Pierrô...
Pudesse eu repartir-me
encontrar minha calma
dando a Arlequim meu corpo...
e a Pierrô, minha alma!
Quando tenho Arlequim,
quero Pierrô tristonho,
pois um dá-me prazer,
o outro dá-me o sonho!
Nessa duplicidade o amor todo se encerra:
Um me fala do céu...outro fala da terra!
Eu amo, porque amar é variar
e , em verdade, toda razão do amor
está na variedade...
Penso que morreria o desejo da gente
se Arlequim e Pierrô fossem um ser somente.
Porque a história do amor
só pode se escrever assim:
Um sonho de Pierrô
E um beijo de Arlequim!
Menotti del Picchia
Ela une todas as coisas
Ela une todas as coisas
como eu poderia explicar
um doce mistério de rio
com a transparência de um mar ?
Ela une todas as coisas
quantos elementos vão lá
sentimento fundo de água
com toda leveza do ar
Ela está em todas as coisas
até no vazio que me dá
quando vejo a tarde cair
e ela não está
Talvez ela saiba de cor
tudo que eu preciso sentir
Pedra preciosa de olhar !
Ela só precisa existir
para me completar
Ela une o mar
com o meu olhar
Ela só precisa existir
pra me completar
Ela une as quatro estações
Une dois caminhos num só
Sempre que eu me vejo perdido
une amigos ao meu redor
Talvez ela saiba de cor
tudo que eu preciso sentir
Pedra preciosa de olhar !
Ela só precisa existir
para me completar
Ela une o mar
com o meu olhar
Ela só precisa existir
pra me completar
Une o meu viver
com o seu viver
Ela só precisa existir
para me completar
Jorge Vercilo / Jota Maranhão
como eu poderia explicar
um doce mistério de rio
com a transparência de um mar ?
Ela une todas as coisas
quantos elementos vão lá
sentimento fundo de água
com toda leveza do ar
Ela está em todas as coisas
até no vazio que me dá
quando vejo a tarde cair
e ela não está
Talvez ela saiba de cor
tudo que eu preciso sentir
Pedra preciosa de olhar !
Ela só precisa existir
para me completar
Ela une o mar
com o meu olhar
Ela só precisa existir
pra me completar
Ela une as quatro estações
Une dois caminhos num só
Sempre que eu me vejo perdido
une amigos ao meu redor
Talvez ela saiba de cor
tudo que eu preciso sentir
Pedra preciosa de olhar !
Ela só precisa existir
para me completar
Ela une o mar
com o meu olhar
Ela só precisa existir
pra me completar
Une o meu viver
com o seu viver
Ela só precisa existir
para me completar
Jorge Vercilo / Jota Maranhão
segunda-feira, agosto 25
"O ENCONTRO"

Sai à noite com a certeza de encontrar meu amor,
Cheguei ao clube e fui direto ao bar,
Onde se escutava uma música que embalava meu ardor,
Você estava linda naquele vestido preto,
No primeiro olhar nossos olhos brilharam,
Cheguei de mansinho e te convidei para dançar,
Nosso corpos tremiam ao som do bolero,
Minha mão mais ousada te afagou o cabelo,
E você acanhada tentou se afastar...
Foi então que perdi por completo o equilíbrio,
E se ouviu no salão um estrondozo ruído,
Caí no chão com as pernas para o ar...
ha ha ha ha
Foi assim que perdi por completo o encanto,
Pela dama de negro que chorava num canto,
Jurei nunca mais sair pra dançar...
ha ha ha
(Graciela da Cunha e Bernadette Moscareli)
22/08/08
Publicado no Recanto das Letras em 25/08/2008
Código do texto: T1145441
A criança que existe em nós

Por mais que se cresça,
Tem um lado, uma parte,
Mesmo que pequena,
Em cada um de nós,
Onde a criança que um dia existiu
E em plena forma ainda habita.
E ela brinca,
brinca,
brinca...
Minha menina me espera
é só abrir a janela que tenho no coração
Que ela salta faceira
Me chama pra brincadeira
Me puxa pela mão
Esqueço a vida lá fora
Essa alegria é a mola
Que me impulsiona a viver
(Paty Padilha e Bernadette Moscareli)
domingo, agosto 24

Quando eu era pequenina e espiava o mundo pelas grades do portão,
via sempre um véinho passando, gritando: Ói algodão!
Um dia, resolvi sair e pegar a fila das crianças.
Fiquei esperando o véinho transformar
açúcar em nuvens, açúcar em mágica, em pedaços de carinho.
Quando ficou pronto, mal podia acreditar!
Peguei o algodão nos dedos e perna-pra-te-catar!
Lá de longe, o véinho gritou:
Ô Ritinha, mas e o dinheeeeeeiro, Ritinha?
Eu virei e respondi:
Não, vô! Num picisa de dinheiro, não!
Só o algodão-doce já tá ótimo!
Só o algodão-doce tá bão!
O véinho deu risada e logo respondeu:
É mesmo, né Ritinha?
Só o algodão-doce já tá ótimo!
Só o algodão-doce tá bão!
RITA APOENA :)
Assinar:
Postagens (Atom)

















