De enxada em punho, lutando pela minha fome; aquela negra que jorra suores na minha sede e que vai de lenha na cabeça porque o frio me consome; aquela negra pobre, sem nada, que vende os panos para me vestir; que chora nas ruas o meu nome; aquela negra é minha mãe.
..."Quem quiser saber de mim
Tem que ter o coração aberto
Ser frugal, mas com alma de arlequim
Ter mistérios mas se deixar a descoberto.
(Sônia Maria Grillo)
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